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Othon Luiz Pinheiro da Silva sab, 15/07/2017 - 12:06 Do Zero Hora http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/06/de-pai...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

OAB CONDENA ACORDO DE DILMA...

18.06.2011 - 12:00
O preço da Copa e das Olimpíadas. OAB protesta 185
Juca Kfouri

Neste momento, meados de junho de 2011, assim estão as previsões de gastos para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016 no Brasil, segundo os dados do sítio Contas Abertas:

Copa do Mundo: R$ 23,8 bilhões;
Olimpíadas: R$ 62,5 bilhões.

No total, R$ 86,3 bilhões!

Se ficará nisso, que já é substancialmente mais do que se projetou gastar quando o Brasil conquistou o direito de receber os megaeventos (R$ 17,5bi para a Copa e R$ 29,5 bi para as Olimpíadas, num total de R$ 47 bilhões) não se sabe.

E talvez, pelo andar da carruagem, jamais venhamos a saber.

OAB condena acordo de Dilma e TCU para garantir sigilo nos gastos da Copa

Brasília, 18/06/2011 – O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que está perplexo com a declaração da presidente Dilma Roussef de que “foi negociado com o Tribunal de Contas da União”a alteração no Regime Diferenciado de Contratações (RDC) para obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e à Olimpíada de 2016.
Para Ophir, é inacreditável que o TCU, responsável pela análise das contas do governo, tenha feito um acordo para burlar a lei de licitações em vigor no país. “Quem é responsável por uma investigação não pode usar o seu poder para negociar”.
Por isso – disse Ophir – a medida provisória aprovada esta semana na Câmara dos Deputados flexibilizando a Lei de Licitações para obras da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 traz não apenas riscos à execução das obras, mas certamente vai abrir um ralo para a corrupção, algo que é muito preocupante.
Qualquer tipo de sigilo em se tratando de coisa pública deve ser refutado; seria como se estivéssemos fazendo um leilão às escuras, em desfavor da sociedade, e o que vai acontecer daí por diante é temerário”, criticou.
Ophir afirmou ainda que “o governo foi omisso e inepto até o momento para construir estádios e toda a infra-estrutura, deixando tudo para o último minuto do segundo tempo, a fim de empurrar goela abaixo da sociedade brasileira uma medida provisória que libera o governo de qualquer tipo de culpa em relação ao que vier a acontecer. “A decisão de se manter em sigilo o orçamento da Copa é um absurdo que não se compatibiliza com o Estado Democrático de Direito”.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

REPRESSÃO PREVENTIVA, OVO DA SERPENTE

Repressão Preventiva, Ovo da Serpente

JORNAL ELETRÔNICO "CORREIO DA CIDADANIA"
ESCRITO POR LÉO LINCE
SEXTA, 17 DE FEVEREIRO DE 2012

Os acontecimentos da semana serviram para mostrar que o artigo mudou de gênero, mas o substantivo continua a operar no diapasão de sempre. A presidente da República, que na juventude enfrentou a tortura com extrema dignidade e foi anistiada, agora resolveu tomar assento entre os templários da ordem injusta. Do alto de sua nova posição, disparou cavalos telegráficos: não negocia com grevistas, nem cogita de anistia. Ao invés de Violeta Parra (“os famintos pedem pão”), ou do liberal mineiro Milton Campos (mandem o trem pagador), ela optou pela mão pesada da punição exemplar. Uma exigência da máquina mercante.

O ministro da Justiça, oriundo das fileiras mais arejadas do petismo, abandonou a antiga leveza, simpática e bem humorada. Agora, corpanzil alargado pela untuosidade do poder, adota ares sombrios que fazem lembrar Gama e Silva. No vértice de uma inusitada articulação de forças, cenho franzido, ele dispara as ameaças típicas da opção preferencial pela linha do confronto. A ostentação da musculatura repressiva do governo federal, inclusive com o uso cada vez mais banalizado das Forças Armadas no papel de polícia, deve ser motivo de preocupação para a cidadania. Ainda mais quando pairam sombras sobre alguns elos da investida desencadeada.

Dizem os do governo que houve autorização judicial para grampear telefones. Tal autorização teria sido assinada por um juiz cujo nome foi mantido em segredo. Qual a razão de tão estranho procedimento? Também nada foi informado sobre o alcance do grampo. Quais foram os atingidos pela autorização secreta? Os líderes grevistas da Bahia e do Rio de Janeiro? Os parlamentares que buscavam mediar negociações também tiveram seus telefones grampeados? São informações importantes para que o cidadão possa avaliar o sentido geral da operação. O império da lei opera na transparência, as maquinações do arbítrio no lusco-fusco da opacidade.

Outra dimensão do acontecido, talvez por conta de antecedentes tão famosos, intriga por demais o cidadão. Causa espanto a rapidez com que trechos seletos de telefonemas grampeados apareceram no mesmo dia, e com absoluta exclusividade, na tela da Globo. Impossível não ficar de pé atrás. Qual a razão da exclusividade? Foi combinado com antecedência? As fitas foram levadas até a emissora por algum estafeta ou foi a própria emissora que operou o grampo? Quem selecionou os trechos a serem exibidos? A emissora? Os agentes da repressão? O próprio ministro? São indagações para as quais a ausência de resposta explica tudo.

Hoje já se sabe que dois senadores petistas, um do Rio outro da Bahia, estão na fita de um dos telefones grampeados. Foram poupados (por razões óbvias?) de aparecer na telinha. A divulgação de trechos seletos de telefonemas grampeados não cumpre, por suposto, qualquer função investigativa, de segurança ou prevenção de malefícios. É pura manipulação da informação para fins de propaganda. Revela, ao mesmo tempo, uma intimidade promíscua entre o agente público e os potentados da mídia grande. Trata-se de um detalhe que parece pequeno, mas que, por si só, confere ao conjunto da operação as feições de uma urdidura tenebrosa.

Uma marca que se confirma com os absurdos cometidos na seqüência. Vejamos, para exemplo, o acontecido no Rio de Janeiro. Apesar do deliberado em assembléia, não houve greve alguma. Houve apenas um buliçoso ato público em pleno coração da cidade, na Cinelândia. Nenhum ônibus queimado, nenhum vandalismo, nenhum confronto ou empurra-empurra. Nada. Apenas um protesto ordeiro e até bem humorado. Uma pauta elementar de reivindicações econômicas. Salários aviltantes, comidos pela carestia crescente. Além de deixar claro, pela volumosa presença, a insatisfação que grassa na base das categorias presentes no protesto.

Apesar da calmaria, os do governo resolveram optar pela continuidade do arreganho repressivo. O líder dos bombeiros do Rio foi preso no aeroporto quando voltava de Salvador, onde participava das negociações. Sem qualquer formalismo legal, não pode sequer falar com a esposa e os filhos que o esperavam. Ele e outros líderes foram levados para o presídio de segurança máxima, em Bangu. Um presídio reservado para condenados, nunca até então usado para prisões preventivas, e para criminosos de alta periculosidade. A agressividade cruel dos governos Dilma e Cabral inaugurou lá uma ala de prisioneiros políticos.

Barbas de molho, cidadãos. O contubérnio de forças articulados no episódio presente pode ser o ensaio geral do que está por vir. Autorizações judiciais secretas, governos submissos aos ditames da máquina mercante, informação manipulada nos canais da mídia oligopolizada. O “estado de exceção”, já anunciado como recurso indispensável para o sucesso dos megaeventos esportivos, sempre esteve entre os desígnios permanentes da máquina mercante. A repressão preventiva não combina com democracia, tampouco com estado de direito. Ecos da doutrina Bush, ela é a ante-sala do arbítrio total, o ovo da serpente.

Léo Lince é sociólogo.
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO EM SEXTA, 17 DE FEVEREIRO DE 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PROJETOS: SOPA e PIPA - 06/02/2012





A edição de 27/01 de CartaCapital traz bom material sobre as recentes tentativas de limitar o acesso à internete. São dois projetos em debate no Congresso dos Estados Unidos: o Stop Online Piracy Act (SOPA) e o Protect IP Act (PIPA). Eles pretendem tratar como criminosos sem direito a defesa quem compartilhar arquivos considerados propriedade intelectual. Principalmente filmes, músicas e videogames.

Em excelente artigo, Antonio Luiz M. C. Costa diz que a verdadeira batalha nessa questão está sendo travada “entre Hollywood e o Vale do Silício”. E explica:
No primeiro time contam-se as associações de produtoras, gravadoras e tevês a cabo e associações de artistas, cineastas, atores e técnicos, além da Câmara de Comércio dos EUA e a central sindical AFL-CIO. No segundo, empresas como Google, Yahoo, Mozilla, Facebook, eBay, American Express, Reddit, Foursquare, Twitter, a fundação Wikipedia, associações de ativistas digitais e organizações de defesa de direitos civis, incluindo a Repórteres sem Fronteiras e a Human Rights Watch. De ambos os lados há democratas e republicanos, conservadores e liberais, esquerda e direita.
A edição ainda alerta para a versão brasileira dos projetos em debate nos Estados Unidos. Trata-se de projeto de lei do deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG). É o criador do esquema do mensalão colocando seu mandato a serviço das grandes empresas de entretenimento.

Ao mesmo tempo, os dois maiores monopólios da atenção dos internautas lutam para aumentar seus lucros. O Facebook entrou pesado na bolsa de valores. E o Google responde com a integração de todos os seus sistemas de busca.

É a velha lógica capitalista de concentração econômica e guerra entre monopólios. Em outros momentos as maiores vítimas desse combate foram os explorados. Agora, não deve ser diferente. E entre os alvos está a liberdade de trocar informações.

Nessa briga de cachorro grande, podem ser eliminados os tímidos e valiosos espaços que o movimento social conseguiu conquistar na rede mundial.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O SHOW DE TRUMAN: O SHOW DA VIDA


Este texto retirado da Wikypedia é um material auxiliar para análise
tendo sido citado o filme em crônica do diariodeguararema.blogspot.com
abaixo segue identificação da fonte.

O SHOW DE TRUMAN: O SHOW DA VIDA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

The Truman Show (O Show de Truman: O Show da Vida (título no Brasil) ou A Vida em Directo (título em Portugal)) é um filme americano de 1998 dirigido por Peter Weir e escrito porAndrew Niccol. Estrelado por Jim Carrey, o filme mostra a vida de Truman Burbank, um homem que inicialmente não sabe que está vivendo em uma realidade construída de um programa da televisão, transmitido 24 horas por dia para bilhões de pessoas ao redor do mundo. Truman começa a suspeitar da realidade e embarca em uma busca para descobrir a verdade de sua vida. Também no elenco estão Laura Linney, Noah Emmerich, Natascha McElhone e Ed Harris.

Truman Burbank viveu toda a sua vida, mesmo antes de seu nascimento, na frente das câmeras do Show de Truman, apesar dele mesmo não saber disso. A vida de Truman é filmada através de milhares de câmeras escondidas, 24 horas por dia, sendo transmitido ao vivo para todo o mundo, permitindo que o produtor executivo Christof capture emoções reais de Truman e comportamento humano ao colocá-lo em certas situações. A cidade de Truman, Seahaven, é um cenário completo construído dentro de um enorme domo e povoada pelos atores e a equipe do programa, permitindo que Christof controle todos os aspectos da vida de Truman, até o tempo. Para impedir que Truman descubra sua falsa realidade, Christof criou meios de dissuadir seu senso de exploração, incluindo "matar" seu pai em uma tempestade no mar para criar um medo de água nele, fazer relatos e "anúncios" dos perigos em viajar e transmitir programas de televisão que falam como é bom permanecer em casa. Entretanto, apesar do controle de Christof, Truman conseguiu se comportar de maneiras inesperadas, em particular se apaixonando por uma figurante, Sylvia, ao invés de Meryl, a atriz que deveria ser sua esposa. Apesar de Sylvia ser retirada do cenário rapidamente, a memória dela permanece com Truman, e ele começa a pensar secretamente sobre uma vida com ela fora do casamento com Meryl. Sylvia faz parte da campanha "Liberte Truman" que luta para que Truman seja libertado do programa.[2]

Durante o aniversário de 30 anos do Show de Truman, Truman descobre fatos que parecem fora do lugar, como um refletor de uma das estrelas artificiais do céu noturno que cai e quase o atinge (rapidamente sendo reportado por uma estação de rádio como uma luz de pouso de um avião), e uma conversa da equipe de produção no rádio de seu carro que descreve seu caminho até o trabalho. Esses eventos são pontuados pela volta de seu pai, supostamente "morto", no cenário, primeiro vestido como um mendigo. Tudo isso faz Truman começar a se perguntar sobre sua vida, percebendo que a maior parte da cidade parece girar em sua volta. O estresse em Meryl para ela continuar seu papel apesar do crescente ceticismo de Truman e crescentes hostilidades fazem o casamento ruir. Truman tenta sair de Seahaven, porém fica preso devido a incapacidade de agendar voos, quebras de ônibus, transitos repentinos, um incendio florestal e um aparente vazamento nuclear. Depois de Meryl se decompor e ser retirada do programa, Christof oficialmente trás o pai de Truman de volta, esperando que sua presença diminua o desejo de Truman de ir embora. Todavia, ele apenas fornece um alívio temporário: Truman começa a se isolar e ficar em seu porão depois de Meryl tê-lo "deixado". Em uma noite, Truman consegue escapar de seu porão através de um túnel secreto, forçando Christof a suspender temporariamente a transmissão pela primeira vez na história. Isso causa um surto na audiência, com muitos telespectadores, incluindo Sylvia, vibrando com sua fuga.[2]

Christof ordena que todos os atores e a equipe começem a revistar a cidade, quebrando o círculo do dia para ajudar na busca. Eles descobrem que Truman conseguiu superar seu medo de água e está velejando para longe da cidade com um pequeno barco chamado Santa María (o nome do navio em que Cristovão Colombo descobriu o Novo Mundo). Depois de reestabelecer a transmissão, Christof ordena que a equipe do programa crie uma grande tempestade para tentar emborcar o barco. Todavia, a determinação de Truman faz Christof eventualmente encerrar a tempestade. Enquanto Truman se recupera, o barco chega no final do domo, com a proa perfurando a pintura de céu da parede. Um horrorizado Truman descobre uma escada ali perto, levando a uma porta marcada como "SAÍDA". Enquanto ele contempla deixar seu mundo, Christof fala diretamente com ele através do sistema de som, tentando persuadi-lo a ficar dizendo que não há mais verdade no mundo real do que no mundo dele, o mundo artificial. Truman, depois de um momento de reflexão, fala seu bordão, "Caso eu não os veja mais... bom dia, boa tarde e boa noite", se curva para seu público e então passa pela porta em direção ao mundo real. Os espectadores celebram a fuga de Truman, e Sylvia deixa seu apartamento para reencontrá-lo. Um executivo da emissora ordena o fim da transmissão. Com o programa chegando ao fim, os antigos espectadores de Truman procuram outra coisa para assistir.[2]

Info Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).

[editar]Elenco

§ Jim Carrey como Truman Burbank, escolhido dentre cinco gravidezes indesejadas e a primeira criança a ser legalmente adotada por uma corporação. Ele não sabe que sua vida está sendo diariamente transmitida 24 horas por dia para todo o mundo. Ele tem um emprego em uma companhia de seguros e uma adorável esposa, porém eventualmente percebe que seu ambiente não é o que parece.Robin Williams foi considerado para o papel, porém Weir escolheu Carrey depois de vê-lo em Ace Ventura: Pet Detective porque a interpretação de Carrey o fez lembrar de Charlie Chaplin.[3] Carrey usou a oportunidade para se mostrar como ator dramático, ao invés de ficar marcado por papéis cômicos.[4] Carrey, que normalmente recebe US$ 20 milhões por filme, concordou em fazer The Truman Showpor US$ 12 milhões.[5] Carrey e Weir inicialmente tiveram dificuldades para trabalharem juntos (o contrato de Carrey lhe permitia exigir mudanças no roteiro), porém Weir ficou impressionado com as capacidades de improvisação do ator, e os dois ficaram mais interativos.[3] A cena onde Truman declara "este é o planeta Trumania da galáxia de Burbank" foi uma ideia de Carrey.[6]

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PM e Justiça restituem posse de Pinheirinho e exaltam operação


Guilherme Balza
Do UOL, em São José dos Campos (SP)

Atualizado em: 25/01/2012 - 20h11

Às 19h20 desta quarta-feira (25), a Polícia Militar e a Justiça encerraram oficialmente o processo de reintegração de posse da comunidade Pinheirinho, iniciado na manhã do último domingo (22). Participaram do ato o coronel Manoel Messias, que comandou a operação policial; o juiz Rodrigo Capez, assessor da presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo; e a juíza Márcia Loureiro, da 6ª Vara Cível, que determinou a reintegração.

Um representante da Selecta, massa falida proprietária da área, assinou o documento de reintegração de posse dentro de um carro, temendo sofrer represálias caso aparecesse em público. No ato, os representantes da PM e da Justiça exaltaram a operação no Pinheirinho, duramente criticada pelos moradores, representantes do governo federal e organismos internacionais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

LEI ANTIPIRATARIA - 20/01/2012

CARTA CAPITAL

Clara Roman

Internet

19.01.2012 14:30

Senado adia votação de lei antipirataria

*Atualizado às 15h da sexta-feira 20 de janeiro

Depois de 24 horas de protestos na Web, com participação de sites de peso, como a Wikipedia e Google, o parlamento americano terá de pensar muito antes de aprovar os projetos de lei Stop Online Piract Act, SOPA, e o Protect IP. Act, PIPA, que restringem o compartilhamento na rede. A Wikipedia manteve-se bloqueada durante toda a quarta-feira 18. Ao todo cerca de 10 mil sites apenas nos Estados Unidos aderiram aos protestos.

Presidente de NIC.BR mostra contradições de projeto de lei americano e como ele afetaria o Brasil

Tramitando no Senado e Congresso americanos, as leis têm o objetivo de combater a pirataria online. Mas acabam afetando conceitos básicos da Web, e a internet no mundo todo, como explica Demi Getschko, presidente do NIC.br.

Em repercussão ao protesto, na sexta-feira 20, o Senado americano adiou a votação prevista para terça-feira. “Diante dos acontecimentos recentes, foi decidido adiar a votação de terça-feira”, afirmou o chefe da maioria democrata do Senado, Harry Reid.

A lei, diz ele, acabaria interferindo na neutralidade do indexador, ao obrigar que buscadores utilizassem filtros ao indicar sites. “Normalmente, esse filtro trabalha completamente livre. Alguns países como a China já filtram domínios que não gostariam de ser acessados pelos chineses”, compara. Na prática, a lei vetaria que o Google, por exemplo, fosse proibido de indicar sites considerados ilegais pelo governo americano, limitando sua busca. “É a mesma coisa que vetar palavrões no dicionário”, diz. “Ou culpar um jornal pelos seus classificados”. Ou seja, responsabilizaria os intermediários da cadeia, ao invés de punir somente os infratores.

Leia também:
Sites realizam apagão geral contra lei de propriedade intelectual

Outro conceito esquisito, para Getschko, é que a lei inverteria a ordem de processo e punição. Enquanto no “mundo real” o acusado só é condenado depois das investigações e julgamento, com a SOPA, sites seriam suspensos ou prejudicados antes de qualquer prova ou condenação legal, já que a lei prevê punições em cinco dias após a identificação de um endereço suspeito. “Primeiro você processa e depois toma providências”, argumenta.

Apesar de restrita apenas à legislação americana, as medidas afetariam outros países, inclusive o Brasil. “Nada na internet é isolado. Boa parte dos serviços da Web são baseados em empresas localizadas nos EUA, sob a Legislação americana”, diz ele. Logo, a maior parte das empresas que prestam serviço aos usuários brasileiros estariam submetidas às leis de seu país-sede. A SOPA e PIPA também impossibilitariam os americanos de acessar sites brasileiros considerados “piratas” pelo governo estado unidense. A ação ocorreria tanto de forma direta, ao bloquear sites hospedados em empresas americanas como indireta, ao restringir o acesso a eles pelos buscadores do país.

“A internet está conseguindo se autodefender. Teve uma movimentação muito grande da internet, não acredito que isso possa andar rapidamente. Talvez até arquivem”, aposta Getschko. Ele defende que, por meio de um marco civil, as mesmas leis que são aplicadas hoje fora da realidade virtual sejam válidas para ela também. Se novas situações surgirem, devem ser criadas novas regras.

Já a indústria tradicional de entretenimento, que lucra justamente com o trabalho dos intermediários, se opõe a essa liberdade de compartilhamento possibilitada pela internet e que, se transposta para a vida real, seria legal. “Não é ilegal compartilhar coisas materialmente”, explica. Se uma pessoa compra um CD, ela pode emprestar para quem quiser, quantas vezes achar necessário. Na internet, é a mesma coisa.

“A diferença é que a interação ‘peer-to-perr’ [indivíduo para indivíduo] é muito mais intenso no mundo virtual do que no mundo real”, comenta. Assim, a informação se difunde com muito mais facilidade. É como se uma pessoa emprestasse um livro, filme ou CD para mil amigos, ao mesmo tempo. Com isso, a cadeia das empresas tradicionais é quebrada. É por isso que os estúdios de Hollywood, empresas farmacêuticas, a indústria fonográfica e grandes da computação, como Apple e Microsoft apoiam o projeto de lei.

sábado, 14 de janeiro de 2012

CITAÇÃO INTERNACIONAL - MEU LIVRO YAWARA

ABAIXO A MATÉRIA COMPLETA SOBRE A CITAÇÃO DO MEU LIVRO NUMA PESQUISA INTERNACIONAL DIRIGIDA A INTELECTUAIS, PROFESSORES ETC. TIVE APENAS UM VOTO MAS FIQUEI MUITO CONTENTE POR ESTAR NA LISTA.
ABRAÇOS A TODOS E TODAS.
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192 autores brasileiros citados internacionalmente

http://www.meiapalavra.com.br/archive/index.php/t-23732.html

Manu M.

08-12-11, 10:58

Ao contrário do que muitos podem pensar, nem só de Paulo Coelho vive a literatura brasileira no exterior. Ainda que, de fato, o escritor tenha entrado para o Livro dos Recordes, o Guinness Book, com sua obra O Alquimista – o livro mais traduzido do mundo (69 idiomas) – outros autores também conquistaram os leitores estrangeiros e vêm alcançando reconhecimento também em outros países. Mas conseguir que um livro seja publicado em outra língua está longe de ser um processo simples e exige muito mais do que talento na escrita.

Segundo o escritor Milton Hatoum, em entrevista ao Portal Literal, apenas 3% dos livros lançados todos os anos nos Estados Unidos são traduções de obras estrangeiras. Além das dificuldades com a tradução, as diferenças culturais também costumam fazer com que o enredo de um livro torne-se desinteressante para o público leitor de outro país. Agnes Krup, diretora da agência literária Sanford J. Greenburger Associates, concorda com a afirmação em entrevista à revista Veja e afirma que “mesmo que um editor americano esteja interessado e por dentro de determinada cultura estrangeira, outras pessoas participarão da escolha dos livros, como o diretor de vendas, o de marketing e o de publicidade, gente que provavelmente não fala uma palavra de outro idioma. Eles não vão apoiar um projeto que torne o trabalho deles mais difícil”. Talvez seja por esse motivo, a proximidade da língua, que alguns países europeus, sobretudo a França, são mais receptivos a traduções de obras brasileiras que os norte-americanos.

No entanto, nomes recentes no mercado literário brasileiro têm desafiado essa tendência e mostrado um avanço significativo na valorização de nossos livros no exterior. Dentre eles, podemos citar o escritor Bernardo Carvalho, que lançou o livro Nove Noites em 11 países e a escritora Patrícia Melo que com o livro Elogio da Mentira já está presente em pelo menos 20 países. Eduardo Spohr, escritor do livro A Batalha do Apocalipse, e Daniel Galera, autor de Mãos de Cavalo, também são apostas de sucesso, assim como o jornalista e estreante no universo literário Edney Silvestre. Seu primeiro romance, Se Eu Fechar os Olhos Agora, será publicado em pelo menos seis países. Mais veterano, Milton Hatoum já teve obras traduzidas para 17 idiomas e exibe na página principal de seu site, as capas de seus livros publicados no exterior.

Outra grande oportunidade para a literatura brasileira no exterior é a Feira de Frankfurt, na Alemanha, o maior evento internacional de livros do mundo que, em 2013, terá o Brasil como o grande destaque. Provavelmente, diversas editoras estarão à procura de autores brasileiros, repetindo a façanha de 1994, quando nosso país também foi destaque na feira e, depois do evento, o número de traduções de livros nacionais aumentou substancialmente, levando a literatura brasileira ao patamar de livros mais traduzidos na Alemanha (sede do evento). No entanto, no final dos anos 90, a falta de continuidade nos incentivos governamentais fez com que o ritmo da presença brasileira no exterior diminuísse consideravelmente.

Mas esse ano, diante da importância do evento de 2013, o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, apresentou o programa federal de estímulo à internacionalização da literatura brasileira. O Programa de Apoio à Tradução e Publicação de Autores Brasileiros no Exterior prevê o investimento de pelo menos R$ 12 milhões ao longo dos próximos dez anos. Entre as várias iniciativas do programa, destaca-se um substancial aumento nos valores das bolsas de tradução e no apoio à reedição de obras de autores nacionais no exterior.

Para o escritor e jornalista norte-americano Benjamin Moser é preciso que o país divulgue mais sua cultura literária no exterior se quiser reconhecimento internacional. “Acho que o Brasil poderia fazer muito mais para promover a literatura brasileira internacionalmente. As pessoas fora do Brasil têm uma ideia muito vaga do país. Acho que desde Carmen Miranda não tem mudado muito”, afirma Moser que, em 2009, publicou Clarice, biografia de Clarice Lispector.

Mas, afinal, quem são os autores nacionais mais lidos no exterior? Em 2009, o projeto Conexões Itaú Cultural organizou o Mapeamento da Literatura Brasileira no Exterior. Já são mais de 192 autores mapeados e dentre eles, vários gêneros literários. Mas os clássicos parecem continuar sendo preferência internacional. Conheça a galeria dos 12 escritores mais lidos no exterior, com base nesse estudo.

http://www.estantevirtual.com.br/blogdaestante/wp-content/uploads/12-mais-lidos.jpg

Além dos 12 listados, o mapeamento ainda conta com nomes como Gilberto Freyre, Roberto Schwarz, João Ubaldo Ribeiro, Lygia Fagundes Telles, Raduan Nassar, Ferreira Gullar e outros. Confira a relação completa aqui e acesse a “Questão 11 – escritores citados pelo mapeado“.

Gostou? Então, comente este post, compartilhando quais autores também deveriam fazer parte desta lista.

Anica

08-12-11, 11:07

a saber, fui fuçar o site do conexões itaú e não é considerado número de vendas, mas uma entrevista entre professores, tradutores e pesquisadores, ou seja, desconsidera o leitor comum (aquele mesmo que lá nos estados unidos colocou paulo coelho na lista dos paperbacks mais vendidos, por exemplo). então assim, em um determinado nicho estrangeiro esses são os escritores mais lidos, mas não "no exterior", como algo geral.

Pescaldo

08-12-11, 12:33

Acho a Clarice extremamente sexy.

Sobre a notícia e o nicho, é interessante verificar como a Literatura Brasileira é formada de escritores recentes. O mais antigo dessa trupe aí é Machado.

Anica

08-12-11, 12:46

aqui está a lista completa>

[117] Machado de Assis


[103] Clarice Lispector


[87] Guimarães Rosa


[78] Jorge Amado


[62] Graciliano Ramos


[58] Milton Hatoum


[58] Carlos Drummond de Andrade


[57] Chico Buarque


[56] Oswald de Andrade


[55] Rubem Fonseca


[55] Mário de Andrade


[51] Antonio Cândido


[51] Moacyr Scliar


[45] José de Alencar


[44] João Cabral de Mello Neto


[43] Manuel Bandeira


[42] Lima Barreto


[41] Haroldo de Campos


[40] Euclides da Cunha


[40] Gilberto Freyre


[38] Silviano Santiago


[37] Roberto Schwarz


[35] João Gilberto Noll


[34] Luiz Ruffato


[34] João Ubaldo Ribeiro


[33] Bernardo de Carvalho


[32] Paulo Coelho


[32] Lygia Fagundes Telles


[31] Alfredo Bosi


[31] Nélida Piñón


[31] Raduan Nassar


[30] Vinícius de Moraes


[29] Sergio Buarque de Hollanda


[28] Monteiro Lobato


[28] Antonio Callado


[28] Cecília Meireles


[27] Dalton Trevisan


[27] Caio Fernando Abreu


[27] Paulo Lins


[27] Ferreira Gullar


[27] Darcy Ribeiro


[25] Adélia Prado


[25] Raquel de Queiróz


[24] Aluísio Azevedo


[23] Nelson Rodrigues


[23] Augusto de Campos


[22] Adriana Lisboa


[22] Erico Verissimo


[21] Paulo Leminski


[21] Patrícia Melo


[20] Ana Cristina Cesar


[20] Sérgio Sant´Anna


[20] Hilda Hilst


[20] José Lins do Rego


[20] Ana Miranda


[20] Paulo Freire


[19] Lya Luft


[18] Raul Pompéia


[18] Patrícia Galvão (Pagu)


[18] Arnaldo Antunes


[18] Murillo Mendes


[17] Marcelino Freire


[17] Décio Pignatari


[17] Afrânio Coutinho


[16] Olavo Bilac


[16] Luís Fernando Veríssimo


[16] Gregório de Matos


[16] Ana Maria Machado


[16] Silvio Romero


[15] Fernando Sabino


[15] Jorge Schwartz


[15] Ariano Suassuna


[15] Augusto Boal


[15] Marilene Felinto


[15] Castro Alves


[15] Marçal Aquino


[15] Raul Bopp


[15] Cruz e Souza


[14] Márcia Denser


[14] Ignácio de Loyola Brandão


[14] Manoel de Barros


[14] Antonio Torres


[14] Autran Dourado


[13] Graça Aranha


[13] Aurélio Buraque de Hollanda Ferreira


[13] Álvares de Azevedo


[13] Jorge de Lima


[13] Waly Salomão


[13] Murilo Rubião


[13] Carolina Maria de Jesus


[12] Zuenir Ventura


[12] Gonçalves Dias


[12] Antonio Vieira


[12] Manoel Antonio de Almeida


[12] Cassiano Ricardo


[12] Bernardo Guimarães


[12] Cristóvão Tezza


[11] João Almino


[11] Helena Parente


[11] Carlos Heitor Cony


[11] José Miguel Wisnik


[11] Roberto da Matta


[11] Márcio Souza


[11] Fernando Gabeira


[11] Adolfo Caminha


[11] Paulo Rónai


[11] Osman Lins


[11] Marina Colasanti


[11] Joaquim Nabuco


[10] Jô Soares


[10] Luiz Costa Lima


[10] Adonias Filho


[10] Fernando Bonassi


[10] Sonia Coutinho


[10] Ivan Ângelo


[10] Férrez


[10] Daniel Galera


[10] Joaquim Manuel de Macedo


[10] Luís da Câmara Cascudo


[10] Paulo Prado


[10] Ruy Castro


[10] Leyla Perrone-Moisés


[09] Mário Quintana


[09] Antonio Houaiss


[09] Brito Broca


[09] Ana Maria Gonçalves


[09] Nelson de Oliveira


[09] Cíntia Moscovich


[09] Regina Rheda


[09] Cora Coralina


[09] Cuti


[09] Roberto Drummond


[09] Millôr Fernandes


[09] Chacal


[09] Marisa Lajolo


[09] Lucio Cardoso


[09] José de Anchieta


[09] Samuel Rawet


[09] Massaud Moisés


[08] Gianfrancesco Guarnieri


[08] Conceição Evaristo


[08] Carlito Azevedo


[08] Rubens Figueiredo


[08] Chico César


[08] Sebastião Uchoa Leite


[08] Patativa do Assaré


[08] Menotti del Picchia


[08] Antonio Carlos Secchin


[08] Plínio Marcos


[08] Julia Lopes de Almeida


[07] Glauco Mattoso


[07] Carlos Alberto Libânio Christo (Frei Betto)


[07] Orígenes Lessa


[07] Regis Bonvicino


[07] Pedro Nava


[07] Andre Santanna


[07] Renato Tapajós


[07] Francisco Alvim


[07] Alexei Bueno


[07] Domingos Pellegrini


[07] Gilberto Mendonça Teles


[07] Tania Pellegrini


[07] Nei Lopes


[07] Regina Zilberman


[07] Roberto Reis


[07] José J. Veiga


[07] Manoel Bonfim


[07] Edu Lobo


[07] Edla Van Steen


[07] Italo Moriconi


[06] Gilka Machado


[06] Santiago Nazarian


[06] Zulmira Ribeiro Tavares


[06] Ruth Rocha


[06] José Paulo Paes


[06] Tabajara Ruas


[06] Angélica Freitas


[06] Lêdo Ivo


[06] Armando Freitas Filho


[06] Basílio da Gama


[06] Diogo Mainardi


[06] Ricardo Aleixo


[06] José Mauro Vasconcelos


[06] Adalzira Bittencourt


[06] Alberto Mussa


[06] Marcelo Rubens Paiva


[06] Martins Pena


[05] França Junior


[05] Dyonelio Machado


[05] MC Bill


[05] Santa Rita Durão


[05] Alfredo Sirkis


[05] Caco Barcellos


[05] Josué Montello


[05] Plinio Salgado


[05] Ivana Arruda Leite


[05] Cornélio Penna


[05] Joel Rufino dos Santos


[05] Mário Sabino


[05] Carlos Néjar


[05] Lygia Bojunga Nunes


[05] Maria José Silveira


[05] Luís Antonio de Assis Brasil


[05] Wilson Bueno


[05] Dom Helder Câmara


[05] Joca Terron


[05] Henriqueta Lisboa


[05] Maria Clara Machado


[05] João Silvério Trevisan


[05] Dinah Silveira de Queiróz


[05] Marcos Rey


[05] Paulo Henriques Brito


[05] Antonio Cícero


[05] Dráuzio Varela


[05] José Castello


[04] Heloneida Studart


[04] Salgado Maranhão


[04] Bernardo Éllis


[04] Mário Faustino


[04] Elisa Lispector


[04] João Alphonsus


[04] Eduardo Portella


[04] Claudia Roquette-Pinto


[04] Luiz Alfredo Garcia-Roza


[04] Clarah Averbuck


[04] Haroldo Maranhão


[04] Edimilson de Almeida Pereira


[04] David Arrigucci Jr.


[04] Alberto da Costa e Silva


[04] Carolina Nabuco


[04] Josué de Castro


[04] Indigo


[04] Bráulio Tavares


[04] Augusto Massi


[04] Fernando Paixão


[04] Orides Fontela


[04] Age de Carvalho


[04] Nelson Ascher


[04] José Almino


[04] Carlos Sussekind


[04] Senhora Leandro Dupré


[04] Michel Laub


[04] Ercília Nogueira Cobra


[04] Afonso Schmidt


[04] Paula Parisot


[04] Betty Mindlin


[04] José Sarney


[04] Jacó Guinsburg


[04] João Antonio


[04] Roberto Alvim


[03] Adriana Nunes


[03] Ricardo Azevedo


[03] Ribeiro Couto


[03] Ivan Junqueira


[03] Francisco Marins


[03] Afonso Arinos de Melo Franco


[03] Marcos Vinícius Vilaça


[03] Raimundo de Menezes


[03] Joyce Cavalcante


[03] Flavio Moreira da Costa


[03] Eliane Vasconcellos


[03] Gastão Cruls


[03] Amilcar Bettega


[03] Herbert Daniel


[03] Lúcia Machado de Almeida


[03] Maria Alzira Brum


[03] Duda Machado


[03] Qorpo Santo


[03] Sebastião Nunes


[03] João de Jesus Paes Loureiro


[03] Nestor Perlongher


[03] Edgard Telles Ribeiro


[03] Cláudio Manuel da Costa


[03] Antonio José de Moura


[03] Campos de Carvalho


[03] Ricardo Domeneck


[03] Marcos Santarrita


[03] Cyro Martins


[03] Marcos Siscar


[03] Marcus Accioly


[03] Edilberto Coutinho


[03] Affonso Romano de Sant'Anna


[03] Reginaldo Prandi


[03] Antonio Olinto


[03] Tatiana Salem Levy


[03] José Roberto Torero


[03] Domingos de Magalhães


[03] André de Leones


[03] Geny Vilas-Novas


[03] Cassiano Nunes


[03] Maria Firmina dos Reis


[03] Flávio Carneiro


[03] Clarisse Bandeira de Mello


[03] Carmen Dolores


[03] Tania Jamardo Faillace


[03] Lino Guedes


[03] Ana Rusche


[02] Pena Cabreira


[02] Wander Piroli


[02] Ronaldo Correia de Brito


[02] Domício Coutinho


[02] Ademir Assunção


[02] Luiz Carlos Lisboa


[02] Fred Góes


[02] Fernanda Botelho


[02] Juca de Oliveira


[02] Lucia Benedetti


[02] Adalgisa Nery


[02] Fábio Moon


[02] João Nunes Freire


[02] João do Rio


[02] Marcelo Moutinho


[02] Juraci Dórea


[02] Maximiano Campos


[02] Sérgio Pitol


[02] Andréia Lunardi


[02] Paulo Setúbal


[02] Adriana Lunardi


[02] Marília Garcia


[02] Mário Araújo


[02] Rubem Braga


[02] Heloísa Seixas


[02] Tomás Antonio Gonzaga


[02] Valquíria Wey


[02] Beatriz Bracher


[02] Paula Glenadel


[02] Ivo Machado


[02] José Clemente Pozenato


[02] João Carrascoza


[02] Douglas Diegues


[02] Roberto Causo


[02] Jorge Luís Calife


[02] Godofredo Emerson Barnsley


[02] Rodolfo Teófilo


[02] Max Martins


[02] Wilton Azevedo


[02] Ronaldo Azeredo


[02] Verônica Stigger


[02] Aguinaldo de Bastos


[02] Afrânio Garcia


[02] Heitor Ferraz


[02] Alexandre de Gusmão


[02] Renato Modernell


[02] Jerônimo Monteiro


[02] Iacyr Anderson Freitas


[02] Joao Paulo Cuenca


[02] Paulo Assun


[02] Fernando Molica


[02] Eucanãa Ferraz


[02] Gilda Salem


[02] Marcos Bagno


[02] Alfredo Garcia-Rosa


[02] Isabel Cristina Ferreira Fernandes


[02] Almir Ghiaroni


[02] João Cezar de Castro Rocha


[02] Sergio Correa da Costa


[02] Luiz Alberto Mendez


[02] Alice Vieira


[01] Paulo Chagas


[01] Pelé


[01] Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque


[01] Marilu Valente


[01] Roberto Cavalcanti de Albuquerque


[01] Giselda Leirner


[01] Joelle Losfeld


[01] Luis Filipe Oliveira


[01] Luiz Giffoni


[01] Valdo Trindade


[01] Eduardo Alves da Costa


[01] Georges Bourdokan


[01] André Heráclio do Rêgo


[01] Urariano Mota


[01] Berilo Neves


[01] Gomes Neto


[01] Adolfo Boos Junior


[01] Vera Sant'Anna


[01] Carmo Bernardes


[01] Aluísio Jorge Andrade Franco


[01] Marcelo Barbão


[01] Cecília Gianetti


[01] Gonzalo Aguilar


[01] Tatiana Tarbuk


[01] Carlos Emílio Correa Lima


[01] Domingos de Azevedo


[01] Margarida Finkel


[01] Augusta Faro


[01] José Rodrigues dos Santos


[01] Walter Koning


[01] Daniel Pellizzari


[01] Eva Furnari


[01] Finísia Fideli


[01] Gerson Lodi-Ribeiro


[01] Donizete Galvão


[01] Nicodemos Sena


[01] Boris Fausto


[01] Luiz Schwarcz


[01] João Inácio Padilha


[01] Alexandre Porto Vidal


[01] Carlos Ávila


[01] Anelito de Oliveira


[01] Ronald Polito


[01] Luiz Roncari


[01] Vilma Arêas


[01] Aline Binns


[01] Renato Limo


[01] Inayara Samuel


[01] Maurício Marques


[01] Aline Reis


[01] Renata Pallottini


[01] Caco Pontes


[01] Berimba de Jesus


[01] Pedro Tostes


[01] Moacir C. Lopes


[01] Zélia Gattai


[01] Yeda Schmaltz


[01] Márcio André


[01] Philadelpho Menezes


[01] Manuel Botelho de Oliveira


[01] Franklin Távora


[01] Bento Teixeira


[01] José Guilherme Merquior


[01] Lúcia Miguel Pereira


[01] Vanessa Bárbara


[01] Emílio Fraia


[01] José Lino Grünewald


[01] Thiago de Mello


[01] Ruy Espinheira Filho


[01] Narlan Matos Teixeira


[01] Manoel Botelho de Oliveira


[01] Júlio Emílio Braz


[01] Luiz Galdino


[01] Helena Morley (Alice Dayrell Caldeira Brant)


[01] Ziraldo


[01] Não informou


[01] Armando Fontes


[01] Julio Miyazawa


[01] Katsuzo Yamamoto


[01] Alcir Pécora


[01] Eduardo Coutinho


[01] Eneida Leal Cunha


[01] Maria Cândida Ferreira Almeida


[01] Sandra Nitrini


[01] Flávio Aguiar


[01] Fernão Cardim


[01] Rocha Pita


[01] Astrid Cabral


[01] Sousândrade


[01] Paulo Emilio Salles Gomes


[01] Caio Prado Jr


[01] Gilda de Mello e Souza


[01] Michael Löwy


[01] Davino Ribeiro de Sena


[01] Raphael Draccon


[01] Raimundo Carrero


[01] Ricardo Guilherme Dicke


[01] Menalton Braff


[01] Sérgio Milliet


[01] Luis Aranha


[01] Ronald de Carvalho


[01] Antônio Alcântara Machado


[01] Caetano Veloso


[01] Carol Bensimon


[01] Paloma Vidal


[01] Fabiano Calixto


[01] Jorge Mautner


[01] Torquato Neto


[01] Roberto Piva


[01] Marly de Oliveira


[01] Reinaldo Cabral


[01] Sonia Rodrigues Mota


[01] Júlio José Chiavenatto


[01] Alex Varella


[01] Betty Milan


[01] Abdias do Nascimento


[01] Otávio de Faria


[01] Dias Gomes


[01] Maurício de Souza


[01] Guilherme de Almeida


[01] José Luiz Passos


[01] Flávio Tavares


[01] José Geraldo Vieira


[01] Alfredo Taunay


[01] Rosiska Darcy de Oliveira


[01] Nísia Floresta


[01] Salim Miguel


[01] Victor Ramil


[01] Myriam Fraga


[01] Heloísa Buarque de Hollanda


[01] Flora Sussekind


[01] Teixeira Coelho


[01] Modesto Carone


[01] Rogel Samuel


[01] Pedro Lyra


[01] Lilia Magalhães Rabiço


[01] Maria Jacintha


[01] Luís Antonio Pimentel


[01] Wilson do Rio Apa


[01] Leonardo Boff


[01] Cyro dos Anjos


[01] Ricardo da Cunha Lima


[01] Altair Martins


[01] Tânia Zagury


[01] Lourdes Teodoro


[01] Ronald Augusto


[01] Carlos Trigueiro


[01] Rodolfo Rezende


[01] Eurico Alves


[01] Andréia Del Fuego


[01] Joel Zito Araújo


[01] Rui Mascarenhas


[01] Sandra Schamas


[01] Heitor Martins


[01] Gabriel Bá


[01] Eduardo Emilio Fenianos


[01] Luís Augusto Fischer


[01] Lia Correa Dutra


[01] Emi Bulhões de Carvalho da Fonseca


[01] Macéias Nunes


[01] Tereza Albues


[01] Sabina Anzuatégui


[01] Erasmo Linhares



reparem que isso dá um total de 4208 respostas/entrevistados. é muito pouco para falar em "mais lidos no exterior".

JLM

08-12-11, 14:58

é + 1 daqueles casos d títulos d matéria apelativos p chamar a atenção p 1 conteúdo q ñ teria tta atenção se ñ fosse por ele.

Maura Corrêa

09-12-11, 01:41

Será que no exterior rola aquela coisa de citar trechos Clarice Lispector, que não são dela, no Facebook? hahahaha

ricardo campos

16-12-11, 22:32

Será que no exterior rola aquela coisa de citar trechos Clarice Lispector, que não são dela, no Facebook? hahahaha



“A maior parte dos textos atribuídos a mim na internet é falsa. E o pior é que tem gente que fica brava quando nego”. “Como ? É seu, sim! Foi você que escreveu”

Luiz Fernando Verissimo em entrevista para a revista Playboy edição dezembro 2011.

Teve até festa de formatura em que ele foi paraninfo com texto apócrifo impresso no convite. Disse que não tem o que fazer nesses casos. Esse mal assola o mundo!

Gilda

16-12-11, 23:21

aqui está a lista completa>

[01] Pelé




Detalhe que, que eu saiba, o Pelé não escreveu livro nenhum - mas em se tratando de lista que tem a ver com Brasil, seja lá o que for, tem que ter Pelé.

SenhorK

17-12-11, 14:57

Eu acho uma vergonha um cara igual Machado de Assis ser tão pouco lido no Brasil...O cara está no top 10 facil da literatura mundial ,no Brasil deveria ter estátua dele igual tem do Joyce,Wilde na Irlanda.
Pelo menos me aliviei ao saber que ele é o autor brasileiro mais lido no exterior.

Gabriel Cezar

17-12-11, 15:53

Eu acho uma vergonha um cara igual Machado de Assis ser tão pouco lido no Brasil...O cara está no top 10 facil da literatura mundial ,no Brasil deveria ter estátua dele igual tem do Joyce,Wilde na Irlanda.
Pelo menos me aliviei ao saber que ele é o autor brasileiro mais lido no exterior.

na ABL( Academia Brasileira de letras) tem estátua dele:sim:!! eu até tirei foto!!!
ó minha turma com a estátua:

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